Nubank lidera força de marca no Brasil

O Nubank é a marca bancária mais forte entre os clientes brasileiros, segundo novos dados da Brand Finance, consultoria global especializada em avaliação de marcas. O estudo também aponta que o Nubank é o neobanco mais forte do mundo, evidenciando sua transição de banco digital desafiador para instituição consolidada no mercado nacional. Na sequência do […]

O Nubank é a marca bancária mais forte entre os clientes brasileiros, segundo novos dados da Brand Finance, consultoria global especializada em avaliação de marcas. O estudo também aponta que o Nubank é o neobanco mais forte do mundo, evidenciando sua transição de banco digital desafiador para instituição consolidada no mercado nacional.

Na sequência do ranking de força de marca no Brasil aparecem Caixa Econômica Federal, em segundo lugar, e Inter & Co, na terceira posição. De modo geral, os bancos brasileiros registram seus índices mais elevados de força de marca no próprio mercado doméstico, refletindo confiança local e fidelidade dos clientes.

O Santander Brasil ocupa a 7ª colocação no país, impulsionado por sua estratégia voltada ao mercado brasileiro. Segundo o próprio banco, o desempenho é resultado de investimentos consistentes em transformação digital e de iniciativas inovadoras, como o OneApp e o Prospera.

Embora lidere em força de marca, o Itaú Unibanco permanece como a marca bancária brasileira mais valiosa. Em 2026, seu valor de marca cresceu 15%, alcançando US$ 9,9 bilhões, o que o coloca na 40ª posição entre as 500 maiores marcas bancárias do mundo. No cenário sul-americano, as instituições brasileiras se destacam em escala e desempenho: 10 marcas nacionais somam juntas US$ 29,9 bilhões em valor de marca no ranking. Banco do Brasil (US$ 5 bilhões), Bradesco (US$ 4,7 bilhões) e o próprio Nubank (US$ 4,2 bilhões) figuram entre as 100 marcas bancárias mais valiosas do planeta.

Para Eduardo Chaves, diretor-geral da Brand Finance no Brasil, o resultado confirma a força das instituições digitais: “A força excepcional do Nubank destaca o crescente poder das marcas bancárias nativas digitais, não apenas no Brasil, mas também globalmente. Forte capital de marca, inovação e confiança do cliente estão se mostrando decisivos para impulsionar valor de longo prazo em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.”

Globalmente, o valor total das 500 marcas bancárias mais valiosas e fortes avançou 10% em 2026, atingindo US$ 1,8 trilhão: o 5º ano consecutivo de expansão.

O segmento de gestão de patrimônio foi o que mais cresceu: alta de 45% em 2026, passando a representar US$ 60,8 bilhões do valor total do ranking. Diferentemente do varejo bancário tradicional, mais sensível aos ciclos de juros, a gestão de patrimônio opera com margens estruturalmente mais elevadas e receitas de taxas mais estáveis.

Ao mesmo tempo, bancos digitais ampliam sua relevância e transformam a dinâmica competitiva. Marcas como Revolut deixaram de ser apenas desafiantes de nicho e passaram a atuar em grande escala, influenciando o mercado tradicional. Em 2026, a Revolut está entre as marcas bancárias que mais crescem no mundo: seu valor de marca mais que triplicou (+239%), alcançando US$ 6,6 bilhões, após já ter registrado alta de 795% em 2025.

Segundo Annie Brown, diretora-geral da Brand Finance no Reino Unido: “Bancos nativos digitais já não são disruptores, mas concorrentes estabelecidos que moldam o mercado principal. A questão já não é se os neobancos são relevantes, porém, se ainda devemos chamá-los de ‘neo’. Embora os dados da Brand Finance revelem que bancos digitais alcançam níveis de reconhecimento próximos aos incumbentes, eles ainda ficam atrás dos bancos tradicionais em familiaridade e consideração na maioria dos mercados, refletindo a força duradoura das instituições legadas. Os incumbentes enfrentam, portanto, uma escolha estratégica: manter marcas digitais separadas para proteger o patrimônio da marca tradicional ou integrá-las à marca principal e concentrar os investimentos de marketing em um único nome.”

No topo do ranking global, o porte segue como vantagem competitiva. O Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) completa uma década como a marca bancária mais valiosa do mundo, com US$ 90,9 bilhões. Em seguida aparecem o China Construction Bank e o Bank of China.

Os bancos norte-americanos também mantêm forte presença, com cinco instituições entre as dez mais valiosas do mundo. Bank of America e JPMorgan Chase ocupam a quinta e a sexta posições, respectivamente. Já o HSBC retorna ao grupo das dez marcas bancárias mais valiosas pela primeira vez desde 2019, após crescimento de 21% em seu valor de marca.

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Copyright © 2026 Brand Finance. Todos os direitos reservados.

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Fonte: Brand Finance

Foto de capa: Freepik

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