Profissionais aderem à Linguagem Creator para avançar na carreira

Produzir conteúdo para redes sociais já se tornou parte da rotina da maioria dos profissionais brasileiros, e não apenas dos jovens da Geração Z. Uma nova pesquisa da Flint, plataforma de edutainment e estratégia digital focada na formação para a creator economy, realizada em parceria com a Galaxies, mostra que 77% dos profissionais acreditam que […]

Produzir conteúdo para redes sociais já se tornou parte da rotina da maioria dos profissionais brasileiros, e não apenas dos jovens da Geração Z.

Uma nova pesquisa da Flint, plataforma de edutainment e estratégia digital focada na formação para a creator economy, realizada em parceria com a Galaxies, mostra que 77% dos profissionais acreditam que a atuação nas redes fortalece sua autoridade e amplia oportunidades de negócios. Para 41% deles, dominar a “linguagem creator” já é um fator decisivo para o crescimento na carreira.

O levantamento reuniu respostas de trabalhadores de diferentes áreas e revela um movimento crescente: cada vez mais pessoas estão enxergando no conteúdo digital uma ferramenta para transição de carreira, diversificação de renda e construção de marca pessoal. Esse cenário impulsionou o surgimento do termo InfluProfissional, cunhado pela Flint para descrever profissionais como médicos, advogados, arquitetos, engenheiros, consultores, especialistas de RH e outros que transformam conhecimento técnico em conteúdo relevante, aproximando clientes e consolidando sua reputação.

“Não estamos falando de celebridades digitais, mas de profissionais que usam o conteúdo como extensão da carreira. A pesquisa mostra que a linguagem das redes se tornou transversal a todas as profissões. Quem aprender a dominá-la se diferencia e gera negócios”, resume Christian Rôças, o Crocas, CEO da Flint.

Criatividade e outras habilidades

Entre os entrevistados, 85% apontam criatividade e geração de ideias como principal habilidade a desenvolver; 65% valorizam marketing de conteúdo; 63% buscam gestão de tempo e produtividade e 62% querem aprimorar escrita e comunicação. Também há alta adesão à capacitação: 72% estão dispostos a investir em cursos e treinamentos.

A pesquisa mapeia ainda as principais barreiras: dificuldade técnica com plataformas e ferramentas (38%), baixo retorno de engajamento/monetização (34%) e falta de tempo (33%), além de fatores emocionais como timidez ou aversão à exposição (36%) e medo de julgamentos (40%). Apesar disso, 53% têm interesse em monetizar seu conteúdo, mas reconhecem desafios em precificar, criar produtos e estruturar funis de vendas.

As habilidades práticas e o domínio sobre ferramentas de criação e monetização se apresentam como desafios recorrentes entre o público: 37% ainda se sentem limitados em relação ao conhecimento de canais como Hotmart, YouTube e Substack; 32% mencionam a dificuldade para ter criatividade e originalidade em seus conteúdos; 42% enfrentam dificuldades no domínio de ferramentas como CapCut e Canva; e 38% sentem-se inseguros quanto à mensuração de resultados e otimização dos próprios conteúdos.

Não é à toa que conhecimentos teóricos em negócios, marketing e comunicação são os mais desejados pelo público, que se mostrou altamente aberto para cursos práticos. De acordo com a pesquisa, a educação é vista como ferramenta-chave para esse desenvolvimento, com 72% dos pesquisados afirmando que estão dispostos a investir em conhecimento.

Marcas de olho

Não são apenas os profissionais que, diretamente, olham para a força da linguagem creator como um diferencial competitivo ou uma nova oportunidade de negócios. Cada vez mais, marcas vêm investindo em projetos especiais e de capacitação para que seus próprios colaboradores e especialistas passem a criar e disseminar conteúdo pelos meios digitais como forma de ampliar o impacto e engajamento com diferentes audiências.

“A alta adesão dos profissionais ao conteúdo reforça a importância de analisarmos esses padrões de comportamento digital. Quanto maior for o entendimento e conhecimento desse público e linguagem, maiores são as chances dos creators e marcas irem a mercado com inovações e abordagens mais certeiras”, pontua Daniel Victorino, CEO e Fundador da Galaxies.

Recentemente, empresas como Natura, Porto, Mercado Livre, Google, Linkedin, Supergás e Apsen, entre outras, iniciaram projetos junto à Flint para capacitar diferentes públicos com conexão direta com suas marcas. A Natura lançou “Criadores da Beleza”, que acelera a profissionalização das vendas por influência digital, gerando assim mais visibilidade das consultoras nas redes sociais, enquanto a Porto criou a “Porto AcademIA”, especializada em educação estratégica e voltada aos mais de 45 mil corretores parceiros da companhia. Já o Mercado Livre deu início ao “Biomas em rede”, projeto de capacitação digital voltado a empreendedores da Floresta Amazônica; e a Apsen anunciou seu programa de educação médica continuada, que tem como objetivo capacitar profissionais da saúde na criação de conteúdo digital.

“Esse movimento mostra como empresas mais maduras já identificaram como é importante e efetivo ter seus colaboradores e especialistas apresentando de forma mais clara, atrativa e intuitiva seus produtos, serviços ou mesmo levando informação de qualidade à audiência. Ganha a marca, ganha o colaborador e ganha o consumidor”, finaliza Crocas.

Foto: Divulgação

Entre em contato com o AcontecendoAqui se tiver interesse em divulgar seus trabalhos para a Comunidade AcontecendoAqui. Envie um e-mail para redacao@acontecendoaqui.com.br

O post Profissionais aderem à Linguagem Creator para avançar na carreira apareceu primeiro em Acontecendo Aqui.

Leia também

Menu

Redes Sociais

Fale Conosco

Entre em contato com nosso time de especialistas, estamos prontos para te atender.